Toda empresa tem de gerenciar seus projetos de alguma forma. No entanto, como se é feita a administração é o que realmente importa. Deste modo, optar por uma gestão inteligente é, praticamente, um diferencial (e dos grandes).

Dado o cenário em que o modelo de negócios em alta é a criação de ecossistemas, inovar e se especializar são basicamente duas cobranças do atual mercado. Uma boa gestão, por sua vez, pauta isso como prioridades. Principalmente a ponto de valorizar, acima de tudo, o core da organização.

Aqui listamos dicas para que seja possível entender a adoção de uma gestão inteligente. Antes, porém, é importante entender o que, de fato, ela é.

O que é uma Gestão Inteligente?

Gestão é administração. Gerir os projetos com base a priorizar a autonomia dos funcionários e a harmonia dos trabalhos.

Uma gestão inteligente, ou GI, por sua vez, tem dois pilares básicos: promover a máxima agilidade e assertividade de todo e qualquer processo.

Para isso, os gestores, assim como a empresa em si, devem ser facilitadores. Ou seja, usar da criatividade para dinamizar a produção afim de deixá-la mais prática, rápida e certeira.

Contudo, como é possível fazer isso? Aqui separamos alguns pontos importantes para você visualizar.

Abuse da tecnologia

O avanço tecnológico cresce a nível exponencial. Hoje, já podemos desfrutar de tecnologias que facilitam e inovam praticamente todos os setores dentro de uma organização.

Com base na agilidade que o meio online propõe, é claro que sua participação na gestão inteligente é fundamental.

Aqui estão três exemplos de como adotá-la no plano de gestão.

1. Adotar um ERP

Enterprise Resource Planning ou apenas Sistema de Gestão Integrado é uma plataforma que dispõe, em um único lugar, informações e dados de toda a empresa. A criação de HUBs personalizados é uma ótima opção. No entanto, há também várias empresas que disponibilizam esse serviço.

Por meio de um ERP, você facilita o acesso de todos os funcionários a qualquer dado de forma totalmente online. Ou seja, agiliza a procura, tornando o fluxo de dados mais fácil.

2. Optar pelo armazenamento em nuvem

A nuvem é uma tecnologia que permite o armazenamento totalmente online dos dados. Sendo assim, não há a necessidade de meios físicos como HDs para guardar informações.

Optar por esse meio protege os dados de duplicidade, fraudes e perdas. Além disso, o compartilhamento é facilitado e totalmente transparente.

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3. Assinaturas digitais

Assinaturas digitais não apenas tem a mesma legitimidade das assinaturas físicas, mas também é mais prática e sustentável.

Não há a necessidade de papéis, impressões e de encontros presenciais. Ou seja, há uma redução de custos com mobilidade e papelaria.

Além disso, as assinaturas podem estar integradas ao ERP e no armazenamento online. Assim, facilita a busca por informações e reduz a chance de fraudes, danos e perdas contratuais.

Especializar-se em um ramo de atuação

Toda organização possui um core business, ou seja, um motivo pelo qual existe. Este motivo, portanto, é o que a empresa vende. O que ela sabe fazer.

Especializar-se é se aproximar cada vez mais do core e da produção. Tender a produzir e lucrar cada vez mais. Para isso, há algumas boas práticas para que não se perca o foco da proposta central.

1. Terceirizar setores e serviços

Dependendo do cenário e do porte da empresa, optar por terceirizações é um ponto a ser debatido.

Ao terceirizar um serviço, você tem maior foco na produção central da empresa. E com o foco total no core, a taxa de inovação tende a crescer muito. No entanto, quanto mais terceirizações, menor a autonomia da organização. Ou seja, é algo a ser discutido quanto as necessidades vigentes.

Contratar algumas BPO, por exemplo, não é aconselhado no período inicial (early). No entanto, pode ser uma boa opção durante a maturação da empresa.

Mas o que é BPO?

Business Process Outsourcing significa terceirização de processos de negócios. Ou seja, são empresas que agem como setores de negócios que não sejam o core da contratante. É, sobretudo, uma opção que gera rentabilidade, visto que se paga, apenas, pelo serviço prestado.

BPOs Financeiras, por exemplo, são bem procuradas atualmente. Elas, por sua vez, fazem uma consultoria de contabilidade, propondo um plano de negócios acerca de assuntos contábeis de uma determinada empresa. Elas não são aconselhadas no período early, já que no início geralmente não há lucro, nem um histórico amplo. No entanto, no período de maturidade, essa BPO pode ajudar a manter um plano de custos coerente e eficaz, fazendo com que a lucratividade seja mais facilmente garantida.

A cultura organizacional importa na Gestão Inteligente

Uma cultura organizacional dita como uma empresa age, seu posicionamento e relação interna. É importante estudar e optar pelos focos pelo qual pretende seguir. Aqui estão duas práticas importantes.

1. Customer first

Uma empresa que coloca o cliente no centro tem grande chance de sucesso.

Ouvir o que o público tem a dizer e ler os feedbacks sobre seus serviços ou produtos é essencial para visualizar o que está dando certo (ou errado!). Ser adaptável é essencial.

Essa cultura tem mais sucesso com a fidelização dos clientes. E cabe a gestão inteligente ditar as práticas para chegar a esse fim.

Um bom customer first, por exemplo, não busca vender um produto, mas uma melhoria para quem o usar. Ou seja, o foco é, exclusivamente, no bem-estar do cliente e é para isso que a empresa atua.

2. Ter uma gestão de pessoas eficiente

Não é novidade que pessoas satisfeitas em seu ambiente de trabalho tem um rendimento bem maior. Por isso, priorizar o bem-estar da equipe é essencial para que se produza mais e mais rápido.

Além disso, deve-se reconhecer que todos podem ter boas ideias. Por isso, manter uma comunicação ativa entre todos os membros da empresa é o ideal. Criar campanhas de endomarketing que exercitem a criatividade da equipe em certos assuntos pode, entretanto, gerar insights valiosos.

Ademais, vale ressaltar que uma equipe satisfeita gera um marketing gratuito fora da organização. Pessoas felizes comentam com outras sobre sua felicidade. Portanto, funcionários satisfeitos vão sempre falar bem do lugar onde trabalham.

Criar uma gestão inteligente é pensar de forma simples, visando sempre o crescimento.

Ao conhecer bem sua empresa e sua equipe, é fácil acelerar os processos.

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